A Guz Módulos conserta o que a maioria das oficinas manda trocar: módulo de injeção eletrônica, módulo ABS, módulo de câmbio, gateway, módulo de conforto e módulo de veículo elétrico, além de programação e clonagem. É trabalho de bancada, não de mecânica — fica em Santo André, no ABC paulista, e atende cliente do Brasil inteiro: oficina, mecânico e dono de carro que descobriu que o módulo original custa mais caro que o conserto. A parceria com a 3M começou em 9 de outubro de 2025.

O desafio

Reparo de módulo é serviço que ninguém procura por acaso: a pessoa chega depois de um diagnóstico, já sabendo o preço de um módulo novo, buscando no Google se existe alternativa — e esse momento dura pouco. O público é pequeno e espalhado pelo Brasil inteiro, com termos técnicos específicos, onde errar a palavra-chave significa pagar por clique de quem quer comprar módulo, não consertar. O objetivo foi capturar essa demanda com precisão suficiente para o custo por lead caber num serviço de bancada — sem depender de verba grande.

O que fizemos

Campanha sobre o vocabulário do mecânico. A base não é "conserto de carro": é programação de módulo, reparo de módulo ABS, conserto de módulo de injeção eletrônica. Termos que só quem já teve o diagnóstico na mão digita. Conserto de módulos, em correspondência de frase, entrega 13% de CTR.

Serviço específico, campanha específica. Clonagem de módulo ganhou campanha separada da campanha principal de reparo — são públicos com intenção diferente, e cada um com lance e anúncio próprios.

Teste aberto e cortado quando não pagou. Uma campanha de calibração ADAS foi aberta, entregou conversão mais cara que a campanha principal e foi pausada. Testar é obrigação; insistir em teste que não paga é desperdício da verba do cliente.

Estrutura para verba pequena. A conta roda com cerca de R$ 300 por semana. Sem margem para experimento largo, a escolha foi concentrar em termos de intenção alta em vez de espalhar em alcance.

Os números

Período de 01/10/2025 a 20/08/2026: 2.822 conversões, custo médio de R$ 4,29 por conversão (R$ 3,60 na campanha principal) e 25,4% dos cliques virando conversão — um a cada quatro.

E a conta escalou sem encarecer: no primeiro trimestre, 63 conversões por semana a R$ 4,50; nas últimas cinco semanas cheias, 91 por semana a R$ 4,55. Volume 45% maior, custo por conversão praticamente igual — o inverso do que normalmente acontece quando se compra mais lead.

O que isso prova

Verba pequena não impede resultado — estrutura errada impede. Com pouco mais de R$ 300 por semana e um nicho técnico difícil de precificar por palavra-chave, a conta sustenta uma taxa de conversão que a maioria dos anunciantes de ticket alto não alcança.